terça-feira, 29 de setembro de 2009

Quanto vale a vida?

Quando vale a vida?
Por Lúcio Manga!


Pagar pedágio. Paguei seis esse fim de semana. Fui a Sana, um lugar insano e interessante. A estrada do mesmo jeito das idas ao Rio. A diferença o preço. O risco, logo, a vida. O custo, logo, o dinheiro. Incrível como se é conduzido por uma determinação estabelecida. Que coloca o cidadão como refém de empresas que exploram o que ganhamos com trabalho e, mais, cobram dentro da cobrança que já há nos impostos: ordens superiores, e nada de desordens interiores. Povo passivo, pedágio abusivo. Ditadura social, e o povo a pagar.

Então, hoje, resolvi falar de pagar. O preço de tudo ao nosso redor custa tão caro que a gente trabalha. Engolidos pelo dia a dia. São horas da vida em que se está refém da possibilidade de felicidade. O trabalho não enobrece o homem, mas o coloca na condição de comer e sobreviver, e, se der, curtir um fim de semana. Dentro, é claro, das possibilidades econômicas. Felicidade é o futuro do que se pode ser para poder comprar o que se quiser. É o pedágio da vida. Cada passo, um preço.

O problema são os juros. Stress, dor de cabeça, cansaço, hipertensão, câncer, e o senso de inutilidade que o tempo vai fornecendo. Por tudo isso a gente estuda e luta feito louco. É a realização do absurdo. E há milhares de seguidores até mesmo quem trabalha no que não dá nenhum retorno. Estão lá na labuta. Insanidade? Ora, se se parar para pensar que as coisas são vendidas, não há como ser de outra maneira, compra-se. Às vezes, à prestação. Para pagar por um longo tempo. Até acontecer de a coisa acabar e o pagamento ainda estar na metade. A necessidade de consumo é maior que a necessidade de vida.

Ninguém nunca discutiu o valor da vida. A educação busca, no fundo, algo objetivo. Concreto. Aliás, as escolas colocam isso como uma etapa de evolução... Olha, ele agora já é um homem responsável... Olha, ela entrou no mercado de trabalho... Sempre foi boa aluna. Aplicada. E eu sei que é isso mesmo. O sistema. Mas, está errado. Essa situação construída está errada, porque o retorno é pequeno. O prejuízo é muito maior. Não vou fazer isso, mas some aí o tempo de trabalho e divida pelo que ganhou que perceberá que o custo foi muito alto. Não deu para pagar o que se perdeu ao longo do tempo, em uma jornada de trabalho.

Nesse roteiro do absurdo real, há os que pagam mais pela vida. A vida é tão incrível que há vários postos de pedágio. E a conexão é a mesma. Sem reformas nas estradas. Nos caminhos que se percorre ao longo de tudo que vivemos. Não há como escapar. Não há estradas laterais, não há como burlar. A vida fica ali, feito viatura policial que só pára carro suspeito. E, quando a vida suspeita que você esteja passando a perna na própria vida, ela mostra as garras e aí é multa.

Desse modo, caro leitor, nem adianta entender essa lógica. Criou-se um meio de deixar a vida mais complicada. Tudo tem um preço. O estacionamento do shopping – compre, compre e pague para deixar o carro aqui enquanto compra, compra, compra... -; o estacionamento do hospital – morra antes de três minutos ou pague o estacionamento -; a pipoca do cinema – tem roubo mais absurdo do que aquilo, e o pior que muitas pessoas ficam com vergonha de não comprar nada... e compram a pipoca -; deus, esse então, vendido em emissoras de TV – com estratégias apelativas que deveriam por na cadeia aqueles pastores do crime armado contra a condição humana. Até isso permitimos à venda. Não há parâmetros para o lucro.

Isso tudo é tão verdade que, se você perguntar a uma pessoa o que ela faria se ganhasse na mega sena acumulada, a resposta é direta: pararia de trabalhar. Então fica esse paradoxo do ser humano que busca com muito esforço o próprio fim. E olhe que não estou querendo fazer uma apologia contra o trabalho. Mas contra quem – e eu também estou nessa loucura – não faz um plano de trabalhar menos e viver mais. Essa deve ser a meta desse século. Do contrário, será um pedágio eterno. Tudo com um preço único. Uma tarifa só: você.

sábado, 5 de setembro de 2009

De Roupa Nova no Pedaço!


Quis aproveitar que hoje é o meu aniversário para dar um presente ao meu blog.
Ele também merece roupa nova!
Começando uma nova fase. Espero que melhor. Mas já noto um certo amadurecimento do "Língua Presa".
Espero que aprovem e aceito sugestões.


OBS.: Utilizem o espaço de comentários para dar as suas sugestões.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

SORRIA



Sorria

Composição: Gabriel o Pensador e Detonautas/ Itaal Shur / Tico Sta. Cruz e Renato Rocha




Não coma de boca aberta,
Não fale de boca cheia;
Não beba de barriga vazia
Não fale da vida alheia,
Não julgue sem ter certeza e
Não apoie os cotovelos sobre a mesa
Não pare no acostamento,
Não passe pela direita,
Não passe embaixo de escada que dá azar
Não cuspa no chão da rua,
Não cuspa pro alto,
Não deixe de dar descarga depois de usar
Não use o nome de Deus em vão
Não use o nome de Deus em vão,irmão
Não use o nome de Deus em vão
Não use remédios sem orientação



SORRIA! Você tá sendo filmado
SORRIA! Você tá sendo observado
SORRIA! Você tá sendo controlado
'Cê tá sendo filmado! 'cê tá sendo filmado!



Não coma de boca aberta, não fale de boca cheia,
Não toque nos produtos se não for comprar
Não pise na grama, não faça xixi na cama;
Não ame quem não te ama [não ame quem não te ama!]
Não chame os elevadores em caso de incêndio
Não entre no elevador sem antes verificar
Se o mesmo encontra-se neste andar
Não chupe balas oferecidas por estranhos
Não recuse um convite sem dizer obrigado
Não diga palavras chulas na frente dos seus avós
Não fale com o motorista; apenas o necessário
Não se deixe levar pelos instintos carnais
Não desobedeça seus pais
Não dê esmola aos mendigos,
Não dê comida aos animais
Não dê comida aos animais,
Não dê esmola aos mendigos
Não coma de boca aberta,
Não fale de boca cheia,
Não dê na primeira noite,
Não coma a mulher do amigo.



Refrão

Não use o nome de Deus em vão
Não use o nome de Deus em vão, irmão
Não use o nome de Deus em vão
Não use remédios sem orientação



Não se deixe levar!
Não se deixe levar!
Não se deixe levar!
Não se deixe levar! (2x)



Coma de boca aberta, coma de boca fechada
Coma nos elevadores
Em caso de incêndio coma nas escadas
Coma no chão da rua, coma na grama, coma na cama
Ame quem não te ama,
Não recuse balas oferecidas por estranhos
Não dê esmola aos mendigos sem dizer obrigado
Não chupe os animais,
Não desobedeça aos seus instintos carnais
Não dê na primeira noite na frente dos seus avós
Não use o nome de Deus se não for comprar
Não coma a mulher do amigo sem antes verificar
Se o mesmo encontra-se neste andar.


LEGALIZAR. POR QUE NÃO???



Quando surge o assunto de legalização das drogas, fala-se exclusivamente da maconha. Entretanto, a maconha é a droga que menos gera lucros nas bocas de fumo. Como diz o rapper MV Bill, "as bocas de fumo deveriam se chamar 'nariz de cheiro', porque o que mais rende dinheiro é a cocaína". De certa forma, talvez a legalização da maconha, ou a descriminalização da mesma, sirva apenas como conscientização para as gerações futuras, assim como já ocorre com o álcool e o cigarro.
O vocalista da banda Detonautas e criador do grupo de performance social chamado Voluntários da Pátria, Tico Santa Cruz, disse: "A hipocrisia mata muito mais do que as drogas". Concordo. Acredito que antes de tomar uma decisão a respeito da legalização, deve-se criar um incentivo maior à educação. Vamos legalizar a educação em primeiro lugar. Uma sociedade mais educada e instruída estará, sem dúvida, mais preparada para discutir sobre as drogas. Aliás, essa é uma decisão que deve partir da sociedade e não dos governantes.
A repressão, hoje, nos grandes centros como o Rio de Janeiro e São Paulo, mata mais do que a própria droga. O cara que usa drogas, se tiver conhecimento e for bem “orientado”, tem a opção de usar a droga que quer e fazer o que bem entender, mas o trabalhador que sai de manhã cedo para levar o filho ao colégio e é vítima de uma bala perdida em algum conflito na favela não tem a mesma opção.
É claro que o problema das drogas é um problema de saúde pública e não de economia, apesar de muitos políticos, possivelmente, discordarem.
A droga é tida como um narcótico que é prejudicial à saúde, mas se você for ler uma embalagem de cigarro, em seu rótulo vem escrito que aquela substância contém 4700 substâncias tóxicas, que causam dependência psíquica e física e não tem vias seguras para consumo. É aí que eu pergunto: Os políticos estão realmente preocupados com a nossa saúde?
Eu não queria tomar a iniciativa em dizer se sou a favor ou contra a legalização das drogas. Poderia simplesmente dizer que sou a favor da discussão sobre esse assunto. Mas acho que isso já está bastante evidente neste texto.
Sei que, devido ao preconceito e ignorância de muitos, alguns leitores pensarão que sou usuário. Não faço uso dessas substâncias, mas tenho consciência de que liberando ou não, as pessoas que quiserem usar, vão usar. Se eu quisesse poderia comprar uma maconha ou uma cocaína agora mesmo em qualquer canto aqui da minha cidade, talvez até próximo à minha casa. As drogas estão em toda parte, e diariamente temos contato com elas, direta ou indiretamente.
Quando defendo a liberação dessas substâncias ilícitas, não estou defendendo o uso das mesmas, mas sim o fim dessa guerra urbana, desse caos que já assombra o nosso país há décadas e que só vem se intensificando. Eu defendo o fim da matança de jovens, o fim da impunidade desses assassinos traficantes, o fim de vítimas de balas perdidas. Defendo o meu direito de ser livre e poder sair às ruas com a certeza de que voltarei para a minha família ao final do dia.
POR FAVOR, DEIXE SUA OPINIÃO.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Herói, não. Pai.






Enquanto todos da casa ainda estavam babando em seus travesseiros, ele já havia feito o café. Mesmo que, aparentemente, não haja nenhum problema, ele sempre desconfia, ou pelo menos se interessa, se importa, te chama em um canto e pergunta como andam as coisas. Como está o seu namoro, se na faculdade está tudo bem.

Sem que seja preciso pedir ele coloca um dinheirinho na sua carteira, o que quebra um galhão quando a fome bate no meio da rua.

Ele participa da sua vida - mesmo que esteja longe -, torce, briga. Às vezes é bem intransigente e, quase que na maioria das vezes, pensa estar com a razão. Afinal, ele é mais velho e mais experiente. Mas parece que nos últimos anos ele vem te escutando mais, não que isso mude muita coisa no ponto de vista dele. Provavelmente ele te admire pelas suas conquistas um dia, mas ele nem sempre aprova as suas escolhas.

Afinal, ele te conhece. É muito claro e evidente, vocês são parecidos, apesar de serem extremamente diferentes. Se parar para pensar, ele te entende, até mesmo quando você erra, o que acontece bastante!

Você tem desejo de viagens distantes. Para ele, um final de semana na praia com a família é uma alegria. Você mora fora de casa e talvez até vá morar fora do país. Aprendeu a gostar de Andrea Bocelli por influência dele. Aprendeu a ter ambição e a valorizar o dinheiro, mas também aprendeu a buscar o sorriso e, consequentemente, a felicidade.

Ele sempre esteve presente e preocupado em te ensinar. E ensinou tanto! Preocupou-se ou preocupa-se em te tornar alguém. Se pudesse, ele te ensinaria todos os dias como viver.

Com ele me veio o gosto de conviver, abrir as portas para quem quiser e a gostar de casas e gostar de carros e ... Aprendi a ficar até tarde sem fazer nada em frente à televisão. Com ele aprendi a ser cabeça dura e a peitar os outros quando precisar, mas nunca faltar com respeito a ninguém.

Aprendi também a brincar e ser engraçado nas rodinhas com os amigos. Com ele venho aprendendo a ser uma pessoa agradável e admirável. Aprendi que não se deve andar com o carro nos cantos das ruas, pois é lá onde fica a sujeira. Aprendi a já ir freando o carro, devagarinho, quando for preciso parar. Com ele aprendi a dirigir - inicialmente só observando, posteriormente praticando - e modéstia à parte, mas eu dirijo muito bem, quase igual ao meu pai.

Aprendi que a família é a coisa mais importante que existe!

Ele sempre me ensinou tudo. E não apenas ensinou, mas também esteve sempre presente ao meu lado, do dia em que tive medo de ir ao meu quarto sozinho durante a noite, até o dia em que decidi o meu futuro profissionalmente.

De todos os bons - e também os não tão bons assim - momentos, das lembranças, de tudo que realmente é relevante, eu expresso os frutos, e dele extraio este suco: herói não, pai.




*Não quero falar só do meu pai, mas dos meus pais; digo, pai e mãe. Afinal, quase tudo o que eu disse np texto vale para os dois. Escrevi este texto com uma atenção maior voltada à figura paterna pra homenagear meu pai pelo dia dos pais, ainda que eu estejabastante atrasado pra isso.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Metal Contra As Nuvens - Interpretação












> Por Maurício Moschen Silveira




> 1. Metal contra as nuvens


> METAL: espada (templários)


> NUVENS: celestial (igreja)




> 2. Por Deus nunca me vi tão só;


> A própria fé o que destrói;


> Estes são dias desleais;


> POR DEUS NUNCA ME VI TÃO SÓ: perda da terra santa, ou a descoberta da conspiração.


> A PRÓPRIA FÉ O QUE DESTRÓI: a igreja que eles tanto defendiam participa da condenação e da destruição da ordem templária.


> ESTES SÃO DIAS DESLEAIS: quem estava conspirando contra os templários, um dia esteve ao lado deles.




> 3. Eu sou o ouro em seu brasão;


> Me sabe o sopro do dragão;


> EU SOU O OURO EM SEU BRASÃO: a riqueza dos templários.


> ME SABE O SOPRO DO DRAGÃO: fogueira ,inquisição.




> 4. Quase acreditei na sua promessa;


> QUASE ACREDITEI NA SUA PROMESSA: certa vez, Felipe- o belo, prometeu proteção aos templários.




> 5. Perdi a minha cela e a minha espada;


> Perdi o meu castelo e minha princesa;


> PERDI A MINHA CELA E A MINHA ESPADA: não exige uma tradução.


> PERDI O MEU CASTELO E MINHA PRINCESA: castelo: o templo, princesa: a ordem.




> 6. E por honra se existir verdade;


> Existem os tolos e existe o ladrão;


> E há quem se alimente do que é roubo;


> E POR HONRA SE EXISTIR VERDADE: o julgamento dos templários, onde eles não tiveram chance de defesa.


> EXISTEM OS TOLOS E EXISTE O LADRÃO: tolos: clero(papa Clemente)


> Ladrão: Felipe- o belo


> E HÁ QUEM SE ALIMENTE DO QUE É ROUBO: volta a lembrar do rei Felipe, que desejava o tesouro dos templários.




> 7. Vou guardar o meu tesouro;


> Caso você esteja mentindo;


> VOU GUARDAR O MEU TESOURO: lembra algumas teorias do tesouro perdido dos templários.


> CASO VOCÊ ESTEJA MENTINDO: Jacques DeMolay se reuniu com Clemente V jurando inocência e dizendo que se eles fossem culpados, os templários entregariam o seu tesouro.




> 8. Olha o sopro do dragão;


> OLHA O SOPRO DO DRAGÃO: volta a lembra a fogueira da inquisição.




> 9. É a verdade que assombra;


> O descaso que condena;


> A estupidez o que destrói;


> É A VERDADE QUE ASSOMBRA: a verdade dos templários foi esquecida, nem foi ouvida, pelo contrário, foi criada uma verdade e imposta aos templários.


> O DESCASO QUE CONDENA: os templários "não notaram" que seus poderes e influencias chamou inveja e inimigos.


> A ESTUPIDEZ O QUE DESTRÓI: volta a atacar o clero que cegamente condenou os templários.




> 10. E u vejo tudo que se foi;


> E que não existe mais;


> EU VEJO TUDO QUE SE FOI E O QUE NÃO EXISTE MAIS: a ordem dos templários.


> 11. Tenho os sentidos já dormentes;


> O corpo quer, a alma entende;


> TENHO OS SENTIDOS JÁ DORMENTES; O CORPO QUER A ALMA ENTENDE: a narração de uma pessoa na fogueira.




> 12. E sei que devo resistir;


> Eu quero a espada em minhas mãos;


> E SEI QUE DEVO RESISTIR: não entregar os segredos dos templários, nem quebrar o seu juramento.


> EU QUERO A ESPADA EM MINHAS MÃOS: a luta ( o julgamento)




> 13. Não me entrego sem lutar;


> Tenho ainda coração;


> Não aprendi a me render;


> Que caia o inimigo então;


> NÃO ME ENTREGO SEM LUTAR, TENHO AINDA CORAÇÃO: Jacques DeMolay foi fiel aos seus princípios e ao seu juramento. Mesmo tendo uma confissão assinada, ele nega tudo assinando a sua condenação á morte


> NÃO APRENDI A ME RENDER, QUE CAIA O INIMIGO ENTÃO: a praga contra Nogaret, Felipe e Clemente.




> 14. E até lá vamos viver;


> Temos muito ainda por fazer;


> E ATÉ LÁ VAMOS VIVER: os templários perduram os séculos.....


> TEMOS MUITO AINDA POR FAZER: e continuam existindo.




> > A MUSICA SE DIVIDE EM QUATRO PARTES:


> I. Conquista e perda da terra santa;


> II. Julgamento dos templários;


> III. Condenação de Jacques DeMolay;


> IV. Os templários continuam existindo.






P.S.: Essa análise não é totalmente fiel ao que Renato Russo estava realmente querendo dizer na letra, pois, se tratando de uma interpretação, é algo muito subjetivo, podendo variar de pessoa por pessoa. Sendo assim, existem várias interpretações diferentes da mesma música.




CRÍTICA À INTERPRETAÇÃO ACIMA:


[antonio]


judeu moschen viajou. mta coisa da letra é sobre a desilusão com o governo collor (tolos, ladrão, promessa) problemas de contrato (guardar meu tesouro) drogas (corpo quer a alma entende) ou a mesma frase é até pro homossexualismo q deixava o renato pirado, por sinal ele era católico. e sobre varias coisas egocentricas e viagens sem nexo sobre dor e sofrimento. o sopro do dragão é a inquisição, mas a vingança popular contra o collor. ele curtia templários e maçons mas não faria uma musica inteira só pra eles, pelo menos não só com esse sentido.




ESSAS INTERPRETAÇÕES NÃO SÃO MINHAS; foram retiradas do site:



sexta-feira, 10 de julho de 2009




As pessoas só são estranhas até o momento em que sentam-se juntas para compartilhar as suas diferenças e, assim, tornarem-se iguais!



Impotência / Esperança


Alguém ja teve medo de se sentir uma marionete? Alguém já experimentou a sensação de não poder ser dono de si, de naum mandar em suas escolhas e de ter medo do contrário?
Eu queria fazer música, teatro, desenho, pintura, escultura, fotografia, cinema ... escrita. Eu queria me sentir livre; queria sentir que eu realmente me destaco em alguma coisa e que isso pode, de alguma forma, ser útil e reconhecido por outras pessoas. Mas eu tenho medo! Tenho medo do passado e do futuro; tenho medo do que me espera; tenho medo de tudo que eu sonho para mim; tenho medo de ser feliz, e de não ser. Eu tenho medo de ter medo.
ACHO que minha vida, hoje, está prestes a se resumir a uma palavra: MEDO!
Tenho medo de mim mesmo e do que eu possa vir a me tornar.
Hoje, eu já não acredito tanto em meus sonhos quanto eu acreditava no passado, mas mantenho em mim toda a minha ideologia e vontade de mudar o mundo fazendo a minha parte, apesar de me encontrar rindo disso tudo às vezes!
São os meus ideais que não me deixam desistir, e não permitem que o medo tome conta de mim por completo. Eles me dão a esperança de que um dia eu vou ser totalmente feliz.
Eu só queria que as pessoas pudessem ver as coisas do jeito que eu vejo. Eu só queria que as pessoas me ouvissem e dessem atenção ao que eu digo. Eu queria contagiá-las com o meu amor!
Se todos pudessem entender um pouquinho do que eu sinto, tenho certeza de que viveríamos num lugar muito melhor!
Eu só queria deixar de ser mais ou menos bom, para ser realmente bom em alguma coisa. Eu queria sentir que eu faço alguma diferença no mundo para as pessoas. Quem sabe um dia?!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Primogênitos sofrem mais pressão dos pais

Mais seguros. Para psicóloga, quando nascem os demais filhos a cobrança dos pais tende a diminuir.




Foi o que constatou pesquisa feita com 10 mil mães; pais tendem a criar expectativa maior nos mais velhos.

Você ja se sentiu cheio de responsabilidades, pressionado para ser exemplo para os outros, forçado a ter a profissão sonhada por seus pais? Então, você deve ser o filho mais velho da família. Uma pesquisa feita com 10 mil mãesaponta o que os primogênitossentem na pele há muito tempo: mais pressãodos pais para ter um bom desempenho escolar e ser bem sucedido do que os irmãos mais novos.

Um total de 35% das mães espera que seu primeiro filho tenha um melhor desempenho escolar que os irmãos. Apenas 6% disseram acreditar que aconteceria com o filho do meio; e 15 % com o mais novo.

A psicóloga especialista em Felicidade, Angelita Scárdua, explica que isso acontece porque os pais têm uma expectativa muito grande com relação ao filho primogênito."O casal projeta muitos sonhos no primeiro filho. Querem que ele seja destaque na escola, siga uma profissão que eles não conseguiram ter sucesso, que toque instrumentos que eles acham bonito", explica.

O psicopedagogo Cláudio Miranda tem a mesma opinião. "Historicamente, o filho mais velho sempre foi mais cobrado e sempre se esperou mais dele. É como se ele fosse preparado para ser o provedor, o guardador e defensor da família. Na falta dos pais, ele seria o substituto imediato", salienta.

A psicóloga Ana Tinoco explica que, quando nascem os demais filhos, a cobrança dos pais tende a diminuir. "Geralmente, a partir do segundo filho, os pais já descarregaram as expectativas e se sentem mais seguros", destaca Ana.

Os especialistas alertam que os pais precisam ter cuidado ao fazer cobranças aos filhos. "É muito pesado carregar os sonhos dos outros. Muita pressão pode fazer o filho mais velho se transformar em um adulto inseguro e com medo de tomar decisões", alerta Angelita.




As Consequências


>Responsável. O filho mais velho se sente pressionado a ser responsável e exemplo para os irmãos o tempo todo. Ele pode se tornar um adulto inseguro e cheio de medo de desapontar os outros;


>Revoltado. O filho do meio tende a ser revoltado por não ter atenção. Mas, na tentativa de atraí-la, também pode ser o mais bem sucedido profissionalmente;


>Mimado. O filho caçula pode se tornar mimado, caso os pais não dosem carinho e responsabilidade. Mas tende a ser o mais criativo e gostar de profissões na área de artes, como ator ou cantor;


>Expectativas. Os pais não devem projetar as expectativas nos filhos, como obrigar as crianças a ter a profissão que os pais sonham. Seu filho não é uma extensão sua;


>Diferenas. As diferenças de cada filho precisam ser respeitadas. Quem deve dar exemplo são os pais, e não os filhos mais velhos;


>Desempenho escolar. 35% das mães esperam que o primeiro filho tenha um desempenho escolar melhor que os demais; 6%, que isso ocorreria com o do meio; e 15%, com o mais novo;


>Identificação. 39% das mães disseram que elas se identificam mais com o filho mais velho; 7%, com o do meio; e 6%, com o caçula;


>Depressão. 45% das mães acreditam que o filho primogênito teria maior probabilidade de sofrer de ansiedade ou depressão. Apenas 6% disseram que isso poderia ocorrer com o mais novo.


>Felicidade. Apenas 7% das mães afirmaram que o filho mais velho teria uma vida feliz, enquanto 35% disseram que isso ocorreria com o mais novo.


Fonte: As psicólogas Angelita Scárdua e Ana Tinoco e o psicopedagogo Cláudio Miranda.


(Publicação do jornal 'A Gazeta' de sexta feira, 3 de julho de 2009).

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Fim do Mundo de Novo? Fala Sério!





Estão dizendo que o mundo vai acabar em 2012. Ai meu Deus, eu tenho 19 anos apenas, e quantas vezes eu já ouvi boatos assim! isso cansa! O pior é que algumas pessoas ainda acreditam.


Fala sério, no ano de 2000 foi a mesma história. eu ainda era uma criança, e estava apavorado. Isso era uma grande novidade para mim. Lembro que minha mãe ficou do meu lado segurando a minha mão até que eu pegasse no sono, e quando eu chorava, meu pai vinha me confortar com suas sábias palavras. Ele dizia que o mundo só acaba para quem morre, e que eu era muito novo e tinha muita coisa para viver ainda. Bem, parece que meu pai é realmente um sábio, pois quase dez anos depois, aqui estou eu, e não morri por completo ainda. hauhauahu. Demorei muito para conseguir dormir nesse dia, mas fui vencido pelo sono.


Meu maior medo era não ver mais aquelas pessoas maravilhosas que cuidavam de mim. Como poderia ser a morte? Na minha cabeça de criança eu não poderia suportar ficar sem os meus pais, sem as minhas irmãzinhas que ainda eram tão novas - uma quase recém nascida! Como eu poderia "viver" sem meus amigos e sem poder olhar todos os dias para a garotinha bonita do colégio?


Nesse ano de 2000, as pessoas que podiam "prever " o futuro diziam que o fim do mundo estava escrito na Bíblia. Meu Deus, como um livro sagrado poderia mentir sobre algo tão sério? Pois bem, agora estão dizendo que o ano vai acabar em 2012 de acordo com o calendário Maia. Nossa, agora devemos nos preocupar, afinal os Maias foram uma civilização muito antiga, com uma matemática perfeita e um calendário igual ao nosso; separavam todos os dias e estações do ano com uma perfeição de dar inveja, e na astronomia então, nem se fala! uma civilização tão desenvolvida, vivendo no meio da selva, longe de qualquer povo "civilizado". Com toda essa inteligência dos Maias, talvez eles pudessem mesmo prever o futuro.


E o que você faria se o mundo fosse acabar em 2012? Eu faria tanta coisa! Iria aprender a surfar, roubaria um banco,saltaria de pára-quedas, iria viajar pela Europa, sairia correndo pelado na chuva pela rua - imagina só que delícia deve ser? hauahuhau. Andaria mais descalso, voltaria a morar no paraíso que deixei no passado, passaria mais tempo com os meus amigos, retornaria com a minha banda, passaria mensagens de paz e amor para o mundo - bem, isso eu já posso fazer agora mesmo né. Conheceria comunidades nudistas, comunidades hippies, iria ler tantos livros que eu tenho vontade mas não tenho tempo, aliás, eu teria mais tempo para mim mesmo. Com certeza eu iria viver, mas viver por todos os anos que me faltaria. Eu amaria como jamais amei na vida, amaria a minha namorada, sem dúvida, e passaria o resto da minha vida ao lado dela, como eu sempre quis. Seria menos emburrado e chato, mais alegre e divertido. Ai, como eu disse, é tanta coisa!


Mas depois de ler tudo o que eu escrevi aqui em cima, essas bobagens que eu disse que faria, pensem bem, será que estamos vivendo como realmente gostaríamos? Será que estamos pelo menos vivendo? Acabei de perceber que eu ja estou mais morto do que vivo. A vida é uma só, e não podemos desperdiçar para que não haja lamento no final.


Fico indignado com essas pessoas que ganham dinheiro às custas da ignorância dos outros. Aliás, que mercado lucrativo! Astrologia que nada, são um bando de trambiqueiros. Até a indústria de cinema americana se rendeu a este assunto, e está lançando um filme com o tema do fim do mundo em 2012. Mas devo confessar que estou curioso para assisti-lo.


O mundo já está acabando faz tempo. Será mesmo que ninguém percebe isso?


Para os que acreditarem na professia, se preparem, vocês podem estar condenados à morte, e só têm até 21 ou 22 de dezembro de 2012 para curtirem a vida. vão fazer o quê?
Acho que vou me mudar para uma comunidade hippie!

NÃO PRECISA LER SE NÃO QUISER

sonhar não custa nada!



Quem nunca se sentiu sozinho? Pois é, às vezes me sinto assim e , de certa forma, estou sozinho mesmo. Aliás, sozinho não seria a palavra certa; no meu caso, a palavra solitário combina mais comigo.

Os pensamentos que eu colocarei neste texto não terão muito sentido. Como eu já disse, são pensamentos apenas, sem muito nexo. Portanto, não me entendam mal, e nem me julguem pelas coisas que escrevo aqui, eu apenas quero escrever, "falar". Eu estou bem, não fiquem perguntando, pois isso me cansa!

Estou com vontade de chorar, e nem sei por que. Parece maluco né? Talvez eu seja um pouco. Tenho ficado sem ar, literalmente falando. Ao que tudo indica, eu estou ou sou ansioso. Ah, eu não sei por que eu sou ansioso também. hauhauha. Então não me perguntem com o que que eu estou ansioso.

Tenho idéias em mente. Bem, vivo longe da minha família, quer dizer, dos meus pais e das minhas irmãs, mas moro com a minha avó, e ela cuida de mim. Meus amigos estão longe, e depois de dois anos e meio fora, sinto que os laços se enfraqueceram, infelizmente. Deixei-os no paraíso, e vim explorar um lugar desconhecido, onde as pessoas são frias, arrogantes, insensíveis.

Este lugar é frio - apesar de fazer muito calor, é cinza - apesar do céu estar quase sempre azul, as pessoas são tristes - apesar de insistirem em parecerem felizes. Vivo em um local onde a imagem é mais importante do que qualquer outra coisa. As pessoas se sustentam com isso, vivem de imagens, apenas.

Apesar de não gostar, neste local onde (sobre)vivo somos obrigados a aceitar as pessoas que andam com os rostos fechados, passam com o carrinho de super-mercado em cima do seu pé e são incapazes de pedir desculpas, falam mal de sua mãe no trânsito , não sabem dizer licença, obrigado, de nada, ... . Estas pessoas são verdadeiras, e não se preocupam em esconder ou disfarçar o seu estado de espírito.

Muitos de meus sonhos já se perderam, ou se esconderam. Vivo numa luta constante contra mim mesmo, tentando manter minha integridade, meus valores, ou pelo menos tentando não ficar como esses homens-primatas citados acima.

É difícil querer carregar ou absorver as dores do mundo. se eu deixasse escapar alguns de meus sonhos aqui, com certeza as pessoas iriam rir de mim. O mais curioso, é que a maior parte de meus sonhos são para essas pessoas.

Podem me chamar de utópico, mas ainda sonho com um lugar onde existe muito verde, muita água, animais livres, pessoas bem educadas, que se respeitam e ajudam uns aos outros, que sonham com um futuro bom, que não tenham medo ou vergonha de seus sonhos, e possam colocá-los em prática. Sonho com um lugar onde os meus filhos poderão brincar com tranquilidade na rua, correr, jogar bola, pular corda, ... . Sonho em sair desta selva de pedras, e sonho, ou sonhava em fazer isso com os meus amigos.

Quem sabe um dia?


Bom, vou deixar vocês descansarem das minhas idéias sem sentido agora.


beijos grandes.

Amo e sinto falta de vocês, meus amigos!

JUSTIFICATIVA!

Depois de algum tempo sem escrever aqui, eu estou de volta. É comum que eu suma de vez em quando, não consigo escrever sempre que eu quero, por falta de tempo mesmo. Mas fiquem atentos e não deixem de visitar o blog, pois haverá uma postagem nova, no momento em que vocês menos estiverem esperando!

beijos.

Quando não sou eu mesmo


Vamos supor que eu diga

Que estou no meu melhor comportamento

E há momentos

Em que eu perco a minha cabeça preocupado


Você iria me querer quando não sou eu mesmo?

Esperaria enquanto eu sou outro alguém?


Vamos supor que eu diga

Que as cores mudam sem motivo

E as palavras irão

Da poesia à prosa


Você iria me querer quando não sou eu mesmo?

Esperaria enquanto eu sou outro alguém?


E eu, na hora certa, aparecerei

Eu sempre apareço por você

Vamos supor que eu diga

Que você é minha salvação?


Você iria me querer quando não sou eu mesmo?

Esperaria enquanto eu sou outro alguém?