segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Twibllogando
Tragam esse cara para o Brasil, RÁPIDO!!!!


sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Twibllogando
Entrevista EMIR SADER

quarta-feira, 25 de novembro de 2009
AMOR DE LONGE

Quando eu ia viajar você caía no choro
Eu chorando pela estrada
Mas o que eu posso fazer
Trabalhar é minha sina
Eu gosto mesmo é d'ocê...
(Vital Farias)
Apenas os que namoram à distância sabem o quanto essas frases são mentirosas. Chegam a irritar depois de ouvir algumas vezes! O tempo não está passando rapidinho coisa nenhuma; pode até passar rápido pra quem está com a namorada por perto, podendo ir ao cinema dia de semana à noite, mas quando a pessoa conta cada dia para o próximo encontro, o tempo dura uma eternidade! Chega até o Reveillon, mas o fim-de-semana em que vão se encontrar não chega nunca. Quando finalmente chega, aí o tempo VOOOOAAA! E reiniciamos a contagem regressiva até a próxima oportunidade.
Quando se tem namorada (não só à distância), sabe-se que sair com os amigos não é, nem de longe, tão divertido quanto seria na condição de solteiro. Quer saber por quê? Os amigos se separam em duas classes: solteiros e casais. Os que são solteiros geralmente vão xavecar. Já os casais não querem saber de vela, com exceção de que sejam outros casais. Sendo assim, quem namora à distância é um excluído da sociedade, um pária! Eu odeio segurar vela, dá até uma invejazinha. Também não gosto (e nem acho certo) paquerar outras pessoas. Por isso, acabo indo sozinho ao cinema. Lá não existem apenas casais e nem dá pra paquerar, neh? Mas isso só piora a saudade, pois lá é o local onde a namorada faz mais falta. Ninguém para dar beijinhos, ou pelo menos para dividir a pipoca, poxa!
Quem namora pelo telefone sabe a besteira que é essa história de ter menos brigas por causa da saudade. Pura ilusão de quem nunca precisou sofrer com uma situação como essas. Você, louco de paixão e super bem intencionado, confia na sua namorada, acreditando que ela só está lá tomando uma cervejinha com as amigas e sentindo tanta saudade de você quanto você dela. Mas aí então, chega aquele seu amigo ou aquele parente chato e te diz que ela, sem sombra de dúvida, está na farra, que você precisa ficar esperto! Vem aquela piriguete que te paquera no barzinho – em uma dessas tentativas que você fez de tentar sair com aquele seu amigo solteiro – e te pergunta – quando você fala pra ela dar o fora porque tem namorada – se você sabe o que a sua companheira está fazendo naquele momento. Aparece aquela sua amiga que já vivenciou uma situação parecida com a sua e manda você ficar de olho aberto e marcar o território, porque mulher quando bebe – mesmo que seja pouco – esquece de que tem compromisso. Depois desse bombardeio, é difícil deixar a confiança intacta, principalmente quando você liga pra casa dela e o seu cinhado avisa que ela saiu e que não sabe onde ela está. Você então tenta o celular e cai na caixa-postal. Por tudo isso, o valioso tempo dos encontros é perdido discutindo a relação, quando poderíamos estar repondo todo esse tempo que ficamos distantes.
E como é inconveniente a obrigação de ter que partir bem na hora que o namoro ta ficando bom. É sempre assim. Depois de separados por um tempo, quando vocês se encontram não é como se vocês tivessem se visto na noite anterior. Você precisa de um tempinho para reconhecer a pessoa. Você estranha ela um pouquinho. É como se toda vez que vocês se encontram fosse a primeira vez; volta tudo à estaca zero. Diversas coisas vêm à sua mente: “Esse vestido eu não conhecia ainda. Será que é novo?”, “No último encontro ela não tinha essa franja.”, “Que amiga nova é essa que eu não conheço?”, “Aprendeu uma palavra nova! Não conheço essa gíria.”. São coisinhas pequenas, mas que quem convive não precisa vivenciar, pois sabe de onde veio a palavra nova, acompanhou o corte de cabelo, ajudou a comprar o vestido, viu-a conhecer a nova amiga, ou amigo (o que é pior!). Você se acostuma e acaba até gostando das novidades. Mas aí você percebe que irá partir amanhã cedo. Até tudo se repetir no próximo encontro.
Só quem não tem a namorada por perto sabe como é difícil uma despedida. Mesmo que ela vá viajar apenas por alguns dias. Se vocês vivessem na mesma cidade, talvez nem se encontrassem nesse tempo, mas ao menos teriam a certeza de estar ali, a alguns metros ou poucos quilômetros de distância. Entretanto, ela só precisa fechar a bolsa de viagem para que o seu coração se feche também. O que acontece é que os momentos juntos são tão preciosos que dá pânico se separar. Medo da estrada, do ônibus, do futuro!
Quem passa a maior parte dos dias longe da namorada(o) sabe como fica fria a casa e a cama na segunda-feira depois de um fim de semana juntos. Com a tristeza e o vazio que fica, só resta abraçar o travesseiro, ainda com o perfume dela, e sonhar com o próximo encontro, torcendo para que ela volte rápido e fique mais.
Só quem namora desse jeito, à distância, longe, sabe que apesar das inúmeras dificuldades, o amor vale a pena. Porque quando ela chega tudo fica mais alegre. Os raros momentos são tão fortes que ficam arquivados na memória, nos alimentando até o próximo encontro. Além disso, só quem passa por essa situação sabe o quanto é gostoso esperar que um dia a distância se encurtará de vez e os encontros não terão data marcada pra terminar, necessidade e nem vontade de chegar ao fim...
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Twibllogando
OBS.: Alguém percebeu que ta rolando uma enquete no Língua Presa? Vocês só precisam dar dois cliques para votar. Pow galera, vota aí neh!
Beijos linguarudos!
Careca? Eu?!


Mas ainda dá pra curtir a vida de EMO um pouquinho se eu quiser. kkkkkk.
domingo, 22 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
O ainda desconhecido mas fantástico Jamie Cullum

>Wind Cries Mary (de Jimi Hendrix)
http://www.youtube.com/watch?v=O0lXY8AWO_A
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Aqualung
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
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domingo, 15 de novembro de 2009
Vem pra cá
NETTO PRODUÇÕES apresenta:
Mais uma produção independente de Wilman de Cravalho Netto.
MÚSICA: Vem pra cá - Papas da Língua.
sábado, 14 de novembro de 2009
Uma breve análise do tempo
Hoje eu tenho a idade em que se pode “fazer tudo”. Já dirijo, já moro fora de casa, já namoro – pra isso não foi preciso esperar essa tal idade – e já posso até ser preso. Enfim, já sou um homem e, no entanto, não faço nada! Seria capaz de fazer loucuras para poder voltar a ser criança. Acho que estou com aquela “famosa” Síndrome de Peter Pan (é assim que escreve?).
Não tenho mais TV paga em casa e sou obrigado a assistir aos canais abertos, daí estava eu, em minha sala, assistindo à novela das oito – mas que sempre passa as nove – e, cara, tem dois personagens na trama que a vida deles é viajar pelo mundo, conhecendo lugares, culturas. Esses sujeitos não trabalham? Onde eles arrumam dinheiro? Ai, que inveja!
Estou falando isso porque acho que o tempo passa devagar para as crianças devido ao fato de não trabalharem, não terem preocupações e a única correria que precisam enfrentar é a das ruas, com o pique esconde ou com a bola de futebol no pé. Então, como se já não bastasse esses caras da novela passearem pelo mundo todo, curtindo a vida, eles ainda são como crianças, que sentem o tempo passar lento e assim podem aproveitar ainda mais?! Isso tudo me parece tão cruel!
Penso que a sensação cronológica das crianças deve ser mais lenta porque ainda viveram pouco e, se parar pra refletir, isso é a vida inteira deles. Mas se eu, aos vinte anos de idade, sinto isso e já não tenho tempo para fazer metade das coisas que queria, como será quando eu tiver oitenta?
Acho melhor parar de pensar nessas coisas, senão vou precisar aumentar as consultas com minha terapeuta. Melhor continuar esperando que alguma alma generosa e genial invente a tão sonhada máquina do tempo, para que eu possa reviver os meus oito anos sempre que quiser.
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Fernanda Young: "Fiz a Playboy porque eu queria ganhar a roupa da coelhinha"
Flávia Faccini

"Eu fiz a 'Playboy' porque eu queria ganhar a roupa da coelhinha, é um símbolo de sensualidade. Quis fazer porque as mulheres que posam nua hoje em dia não me representam. Resolvi posar nua para resgatar um erotismo em que eu não estava sendo representada", afirmou Fernanda durante a coletiva.
A apresentadora também disse discordar de outras estrelas da capa que afirma que trata-se de um trabalho artístico. "Não quis fazer arte, não é arte. Acho um saco isso. É bem feito, é bem cuidado, mas é erótico. E não pedi para sombrearem meu púbis, como tantas fazem. Acho natural mostrar", afirmou.

Fernanda mostrou seu bom humor durante a entrevista. "Resolvi aceitar [o convite de posar nua] para não me arrepender de não ter feito, mas é claro que eu já me arrependi ", brincou.
"Vou fazer 40 anos e isso sim é meia-idade, não 60 anos, afinal, ninguém vive 120 anos, não é? Daqui pra frente, a coisa vai cair e que bom que eu pude fazer agora", afirmou a apresentadora, referindo-se ao seu corpo.
Ela também falou com bom humor sobre os objetivos do ensaio. "Fiz o ensaio porque quero que uns três babacas vejam o que perderam. Eu sou vingativa", brincou. "Minha 'Playboy' é o projeto Kelly Key, pra dizer 'Baba Baby' pros três babacas que me deixaram", disse.Mãe de três meninas, ela contou que as garotas acompanharam o processo do ensaio. "Minhas filhas acompanharam e viram as fotos que foram divulgadas. Uma delas não queria, mas eu não permitiria que ela me impedisse. Tenho certeza que vão entender. Elas vão ter que lidar com piadas de mau gosto, mas essa não é a coisa mais estranha que eu já fiz ", disse. "Acho meus livros muito mais graves do que posar nua", completou.
A apresentadora também admitiu que está adotando mais uma criança, um garoto chamado John, de quem, por enquanto, tem a guarda provisória. Ela disse que teve medo que o ensaio prejudicasse o processo de adoção. "Conto com o apoio da imprensa para evitar que alguém ache que eu não posso ser uma boa mãe só porque fiz fotos nuas", disse.
Fernanda também falou sobre a marido, Alexandre Machado. "Ele está achando curiosíssimo ser casado com uma coelhinha a essa altura do campeonato. Ele me conhece desde os 17 anos e, agora, deparou comigo coelhinha aos 40", disse.
Fernanda também comentou o que a deixa preocupada: "Minha maior preocupação é com o porteiro do meu prédio. Acho que eu vou travar se ele me chamar de gostosa".
Quem Fernanda quer ver
Durante a entrevista, Fernanda comentou quais mulheres tem vontade de ver na "Playboy". "Gostaria de ver a Fernanda Torres e a Angélica. Ela é tão doce, queria ver como a Angélica é. E a Ivete Sangalo também."
"Sou consumidora de 'Playboy', já comprei várias, mas de um tempo para cá perdi o interesse. Espero que meu ensaio resgate o interesse de algumas mulheres, que elas se sintam representadas", completou.
Sobre as ex-BBBs
A apresentadora também comentou sobre a "Playboy" de ex-BBBs. "Nao gostei da 'Playboy' da Priscila [Pires], mas gostei da Francine [Piaia]", afirmou. "Seria muito bom para o Brasil se eu vendesse mais que todas as BBBs, porque elas sao todas retocadas. Elas saem direto da clínica. Vocês não entendendo o que que é aquilo", alfinetou.Fernanda não economizou comentários sobre edições anteriores da revista. "Mulher Melancia. Eu acho aquilo... Eu nem sei o que falar. Eu vou dizer: 'É uma loucura'. Mas eu até gostei do ensaio em que ela posa como Marilyn. E obviamente, ela não tem que levar minha opinião a sério".
Fotos favoritas
"As fotos em que eu apareço com a mangueira e com a gaiola são as minhas preferidas. A principio eu não gostava dessa foto, porque foi ideia do Bob Wolfenson [fotógrafo]. Mas ficou linda e foi bom para eu aprender a deixar de ser implicante. Também tem uma foto em que eu poso ao lado da Sher, a moca que faz meus corselets."Ela também contou o que fez antes de iniciar a sessão de fotos. "Bebi cerveja antes do ensaio, mas nada que eu nao faça normalmente, que não seja o meu dia a dia."Fernanda também comentou a comparação fãs da "Playboy" sobre uma possível semelhança com a atriz Penélope Cruz. "Não me acho absolutamente parecida com ela. Mas talvez tenha um quê da sensualidade. Mas eu sou mais branca", disse.O ensaio é inspirado em uma mulher que espera um amante, a espera do encontro amoroso, até que fica claro que ele não vem. "Tem um pouco de 'De Olhos bem Fechados', de Nicole Kidman, de Catherine Deneuve em 'Fome de Viver', de Grace Kelly", considerou.

A apresentadora também comentou os corselts que tem sido presença constante no seu figurino. “Não perdi cintura com o corselet não. É que dá a impressão de estar com mais cintura porque ele dá uma reorganizada no corpo. Eu tinha o corpo reto e deu uma afinada. Eu não era assim uma Daniela Mercury, mas tinha o corpo reto”, alfinetou. Fernanda também falou sobre o uso de perucas. “Agora, além dos corselets, quero estimular o uso das perucas. Já quis ter bunda, mas desisti. Já quis ser morena e também não deu certo. Loira também fiquei horrível. Quis ser gostosa, mas efetivamente não sou. Quando eu fiquei, não achei legal. Só aceitei que ser gostosa é legal há uns dois anos. Ao mesmo tempo, as minhas amigas que eram gostosas na adolescência estão uns cacos”.
Sobre a mãe
“Minha mãe definitivamente não está nada contente com o ensaio. Não faço isso contra ela, embora seja engraçado provocá-la. Se eu pudesse ser uma pessoa comum só para fazê-la feliz, eu faria. Mas não posso. É um caminho sem volta”.

- “Salvar o erotismo das mãos da breguice”
- “Não devo nada a ninguém”
- “Em alguns lugares do mundo, mulheres ainda são obrigadas a tampar seus corpos”
- “Vingança pura e simples”
- “Nos meus livros, eu me exponho mil vezes mais”
- “Vou fazer 40 anos ano que vem”
- “Irritar a minha mãe”
- “Estou me lixando para o que os idiotas vão achar”
- “É a primeira vez na história que a coelhinha da Playboy tem 8 romances publicados”
- “Não existem ex-BBBs suficientes (aleluia)”

Olha só, até eu que nunca comprei uma playboy - eu sei, eu também não acreditaria se me ouvisse dizendo isso - fiz questão de comprar! Galera, quero ver todo mundo comprando hein. As garotas também. Vamos pegar carona na ousadia e irreverência de Fernanda Young para tentar mudar um pouco a mentalidade do Brasil.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
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"Se o Arcebispo-Bispo de Constantinopla a quisesse desconstantinoplizar, não haveria desconstantinoplizador que a desconstantinopllizasse desconstantinoplizadoramente."
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
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domingo, 1 de novembro de 2009
Ciúme vai do tipo controlado ao explosivo
Tipos de ciúme:
Sufocado
Há aquelas pessoas que preferem sofrer sozinhas a encarar o ciúme de frente. Algumas já caem logo fora da relação, sem ao menos tentar conversar com o parceiro.
Reprimir muito os sentimentos e não expor o que lhe incomoda para o companheiro pode não só prejudicar a relação a longo prazo, como também levar à depressão, segundo os especialistas.
Controlado



A texana Clara Harris pegou 20 anos de prisão após ter matado o marido atropelado. Segundo ela, tudo não passou de um acidente, mas a versão não convenceu, já que a acusada passou três vezes com o carro por cima do coitado.
Quando o ciúme chega aos extremos é porque já passou da hora de procurar um especialista. Pesquisas nos Estados Unidos indicaram que um terço dos assassinatos são motivados pelo ciúme.
O ciúme DELA:
A mulher sofre mais diante da possibilidade do parceiro se apaixonar por outra e de ser abandonada. Ou seja, o problema não é só ter feito sexo com outra mulher, mas a ameaça de que ele possa vir a se relacionar afetivamente com a outra.
O ciúme DELE:
O homem não sabe lidar com a ideia de que a sua parceira possa estar mantendo relações sexuais com outro. Isso porque ele associa o relacionamento ao sentimento de posse, além do medo de ser comparado com outros homens.
Onde surgiu a expressão par de chifres?
A expressão pode ter origem na Grécia antiga, quando as leis puniam os maridos traídos, obrigando-os a andarem com um chapéu de chifres pela cidade. Que mico!